Archive for Thoughts

O milagre da multiplicação… e dos Kinder Bueno!

Já lá vão muitos dias (meses) que não escrevo neste Blogue… A verdade é que o tempo não têm sido muito, e  não fazia sequer intenção de escrever algo hoje, até porque parece mal estar a fazer artigos no blogue quando ainda tenho trabalhos em atraso! No entanto este artigo é tão divino e puro que tinha de ser Escrito a todo o Custo.

Hoje o dia parecia ser apenas mais um, de tantos outros banais… Alias até era um dia inferior aos outros devido à noite mal dormida,  ao corpo cansado e à alma carente que eu carregava. Nem um saco de m&m’s pelas 9h da matina conseguiu elevar este misero estado de espírito.

O meu estado mudou repentinamente quando,  na hora do almoço, avistei o Kinder Bueno mais sexy que havia visto até então. Entre trocas de olhares e sorrisos, não resisti ao desejo de o comer todo, ali mesmo… Foi então que saquei de um euro para obter os meus minutos de prazer. Na hora de receber troco este não caíu… e o meu estado voltou a cair a pique numa angustia enorme!

Foi então que subitamente, se deu o Acto Divino. entre tanta tristeza e miséria, o meu estado voltou a erguer-se quando reparei que a máquina indicava ter ainda crédito de um euro. Esbocei um enorme sorriso, estando já de olho noutro Kinder Bueno, ainda mais sexy que o primeiro. Na hora de cair, o troco voltou a não dar o seu ar de graça. Foi então que percebi que afinal os milagres existem e deus… não dorme.

O processo do botão mágico continuou, 1… 2… 3… e mais, muito mais vezes. Do nada Kinder Buenos caíam do céu como se não houvesse amanha (pelo meio ainda houve tempo para tirar um misto coisa e tal).

Com a sala de convívio a encher de peregrinos que vinham avistar este estranho milagre que veio recolocar uma ponta de esperança nesta população abatida com a crise… pareceu-nos bem deixar a máquina repousar. Agradecida por esse facto a mesma devolveu-me o dinheiro inicial de investimento (que coisa mais fantástica).

E foi assim, que as minhas crenças religiosas do nada renasceram. Obviamente e como mandam as regras, temos de partilhar uns com os outros. E por isso mesmo, parece que hoje o pessoal da Adclick teve direito a sobremesa :)

Ámen!

Kinder Buenos

Academic Earth

Já aqui tenho falado algumas vezes, de formação, sobre o que ia achando do assunto, assim como divulgando algumas iniciativas e empresas ligadas ao “ensino”. Falei por exemplo do projecto Worklovers, entidade de consultoria e formação em Marketing e comunicação , e ainda o ncursos.net, portal de formação que engloba vários cursos de formação (cursos financiados, workshops, entre outros) leccionados por diversas entidades formadoras.

Se há tempos duvidava seriamente da importância de um curso superior na nossa carreira, a minha opinião mudou, ainda que não tenha mudado drasticamente. Concordo de facto que a formação é importante, e quanto maior, melhor. Contudo mais do que um curso superior, um mestrado ou doutoramento, o importante não é o grau mas sim a informação que recolhemos e interiorizamos.

Assim, acredito que alguns factores importantes quando falamos de formação passam pelo nome e reputação da instituição, mas acima de tudo da forma como usamos a informação recolhida. Muito importante, será sempre a qualidade.

Assim, quando falamos em ensino e em qualidade, é impossível não pensar em algumas universidades de renome mundial, e foi a pensar nisso que hoje criei este tópico. O Academic Earth é um portal que disponibiliza sem custos, aulas de algumas das melhores universidades do mundo. As aulas estão categorizadas por áreas temáticas (engenharia, economia, arquitectura…) de forma a facilitar a navegação no portal.

Basta visualizar alguns vídeos do portal para perceber o que me referia com qualidade. Falamos de aulas que nos colam ao que é abordado, e isso nota-se pelo ambiente criado na sala (muito diferente daquilo que por aqui vemos, digo eu…). Talvez o custo anual para estudar numa dessas universidades seja relevante, mas não me acredito que seja tudo.

Espero que o site possa ter algum interesse para vocês. Quem sabe no futuro não se possa ver uma ou outra escola nossa por lá representada.

Sara Neves – Companhia das Manhãs

No passado dia 14 de Janeiro, tive a oportunidade de acompanhar a Sara (de quem falei anteriormente em “sobre mim” e “algo mais pessoal” ) até Lisboa numa ida ao programa Companhia das Manhãs da SIC. Aproveitei o dia para tratar de uns assuntos que há muito tinha de resolver, e assim vê-la tornar-se numa estrela de TV!

A Sara participou na rubrica “A minha companhia é”, dedicada aos animais, apresentando assim os nossos 4 coelhinhos anões. Estes tiveram também oportunidade de passear por Lisboa dando-nos um trabalho desgraçado a carregar. Vejam o vídeo e conheçam a “Família completa”. Para quem estiver interessado neste animais, aconselho ainda a dar um saltinho pelo Fórum do Coelho Anão.

A experiência foi muito positiva, e a equipa técnica e de produção é fantástica. Um trabalho que exige um certo sangue frio e capacidade de improviso. Deu também para analisar aquele ambiente, e quem sabe lá ir para o ano num projecto pessoal. :p

Vasco Ferreira e Sara Neves, Companhia das ManhãsVer mais fotos do dia aqui

Algo ainda mais pessoal

Na continuação da minha boa disposição, e uma vez que falei nas pessoas que me são chegadas, penso que foi uma falha minha (falha das graves) não apresentar aquela que é a principal responsável pelo meu bom humor nos piores momentos (como esta maldita dor de dentes).

Desta forma, aproveito para redimir este meu erro apresentando-vos aquela que (comparando com xadrez) é a rainha do meu tabuleiro.

Acabo o post com a promessa de escrever coisas mais interessante quando a minha mente não estiver a ser invadida pelo bicho papão dos dentes, e se mesmo assim não gostarem da minha vida pessoal, prometo dedicar-me exclusivamente ao Marketing (pelo menos até nova dor surgir).

Bom fim de semana a todos

Algo mais pessoal

Como sabem (ou se não sabem deviam saber) este blogue era suposto estar ligado a temas pessoais. Contudo, é extremamente complicado falar de assuntos “meus” uma vez que neste momento pouco à que dizer em relação a mim.

Fazendo um resumo muito básico, de segunda a sexta o dia começa pelas 7h, com direcção ao trabalho onde passo o dia com html’s, optimizações, redes sociais, etc etc etc… De saída pelas 19h00, é seguir numa velocidade alucinante (as minhas sapatilhas batem recordes) até às aulas do Mui Nobre ISCAP, que se prolongam até às 23h. Chegado a casa, revê-se uns emails, planta-se umas couves no farmville, e o dia já vai mais comprido do que aquilo que devia.

Pela andança do texto, facilmente se percebe que não há muito tempo para viver a minha vida. Da mesma forma, o texto também deve dar para perceber que hoje estou muito inspirado, e isso tem uma razão muito óbvia (finalmente vou contar algo pessoal): Dores de dentes!

Isso mesmo, acabaram de saber um pouco mais de mim, estou mesmo com uma tremenda dor de dentes.

E O que é que isto contribui para a felicidade dos leitores? Absolutamente nada, mas para a minha também não. Preferia concentrar-me no cartaz que tenho de entregar quarta, ou no teste de marketing avançado que tenho quinta, mas a dor é tão grande que anda a bloquear-me os neurónios. (coisa que já se aperceberam desde o inicio do post)

Resta-me aproveitar o apoio daqueles que estão sempre por perto :)

Os Miudos Digitais

Esta é cada vez mais a realidade de hoje em dia. Se os meus pais já se queixavam das minhas actividades de miúdo (patins, futebol e TV), comparativamente às da época deles (pião, jogo do saco, sem TV) não admira que seja confuso para os mais velhos a forma como os miúdos se divertem nos tempos que correm.

É verdade que estamos mais conectados, e que convivemos cada vez mais com um mundo global, e não apenas com os amigos da rua. No entanto tudo isto levanta ainda muita questão:

Afinal convivemos mais ou estamos de facto cada vez mais isolados? O aumento de doenças como depressão, stress, entre outras, está ou não ligado a este efeito?

Este é dos assuntos em que gostava de ouvir a vossa opinião :)

Aí a crise!

Anúncio Brilhante

Currículum Vitae: Pede-se experiência

A redacção que se segue foi escrita por um candidato numa selecção de Pessoal na Volkswagen. A pessoa foi aceite e o seu texto está a fazer furor na Internet, pela sua criatividade e sensibilidade.
Resposta:

Já fiz cócegas à minha irmã só para que deixasse de chorar, já me queimei a brincar com uma vela, já fiz um balão com a pastilha que se me colou na cara toda, já falei com o espelho, já fingi ser bruxo.

Já quis ser astronauta, violinista, mago, caçador e trapezista; já me escondi atrás da cortina e deixei esquecidos os pés de fora. Já roubei um beijo, confundi os sentimentos, tomei um caminho errado e ainda sigo caminhando pelo desconhecido.

Já raspei o fundo da panela onde se cozinhou o creme, já me cortei ao barbear-me muito apressado e chorei ao escutar determinada música no autocarro.

Já tentei esquecer algumas pessoas e descobri que são as mais difíceis de esquecer. Já subi às escondidas até ao terraço para agarrar estrelas, já subi a uma árvore para roubar fruta, já caí por uma escada. Já fiz juramentos eternos, escrevi no muro da escola e chorei sozinha na casa de banho por algo que me aconteceu; já fugi de minha casa para sempre e voltei no instante seguinte. Já corri para não deixar alguém a chorar, já fiquei só no meio de mil pessoas, sentindo a falta de uma única.
Já vi o pôr-do-sol mudar do rosado ao alaranjado, já mergulhei na piscina e não quis sair mais, já tomei whisky até sentir os lábios dormentes, já olhei a cidade de cima e nem mesmo assim encontrei o meu lugar. Já senti medo da escuridão, já tremi de nervos, já quase morri de amor e renasci novamente para ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e senti medo de me levantar.

Já apostei a correr descalço pela rua, gritei de felicidade, roubei rosas num enorme jardim, já me apaixonei e pensei que era para sempre, mas era um ‘para sempre’ pela metade. Já me deitei na relva até de madrugada e vi o sol substituir a lua; já chorei por ver amigos partir e depois descobri que chegaram outros novos e que a vida é um ir e vir permanente.

Foram tantas as coisas que fiz, tantos os momentos fotografados pela lente da emoção e guardados nesse baú chamado coração…

Agora, um questionário pergunta-me, grita-me desde o papel:

Qual é a sua experiência ?!
Essa pergunta fez eco no meu cérebro. Experiência…. Experiência… Será que cultivar sorrisos é experiência?
Agora… agradar-me-ia perguntar a quem redigiu o questionário:
“Experiência?! Quem a tem, se a cada momento tudo se renova?”

Anúncio Brilhante (mais um)

Currículum Vitae: Pede-se experiência

A redacção que se segue foi escrita por um candidato numa selecção de Pessoal na Volkswagen. A pessoa foi aceite e o seu texto está a fazer furor na Internet, pela sua criatividade e sensibilidade.
Resposta:

Já fiz cócegas à minha irmã só para que deixasse de chorar, já me queimei a brincar com uma vela, já fiz um balão com a pastilha que se me colou na cara toda, já falei com o espelho, já fingi ser bruxo.

Já quis ser astronauta, violinista, mago, caçador e trapezista; já me escondi atrás da cortina e deixei esquecidos os pés de fora. Já roubei um beijo, confundi os sentimentos, tomei um caminho errado e ainda sigo caminhando pelo desconhecido.

Já raspei o fundo da panela onde se cozinhou o creme, já me cortei ao barbear-me muito apressado e chorei ao escutar determinada música no autocarro.

Já tentei esquecer algumas pessoas e descobri que são as mais difíceis de esquecer. Já subi às escondidas até ao terraço para agarrar estrelas, já subi a uma árvore para roubar fruta, já caí por uma escada. Já fiz juramentos eternos, escrevi no muro da escola e chorei sozinha na casa de banho por algo que me aconteceu; já fugi de minha casa para sempre e voltei no instante seguinte. Já corri para não deixar alguém a chorar, já fiquei só no meio de mil pessoas, sentindo a falta de uma única.
Já vi o pôr-do-sol mudar do rosado ao alaranjado, já mergulhei na piscina e não quis sair mais, já tomei whisky até sentir os lábios dormentes, já olhei a cidade de cima e nem mesmo assim encontrei o meu lugar. Já senti medo da escuridão, já tremi de nervos, já quase morri de amor e renasci novamente para ver o sorriso de alguém especial. Já acordei no meio da noite e senti medo de me levantar.

Já apostei a correr descalço pela rua, gritei de felicidade, roubei rosas num enorme jardim, já me apaixonei e pensei que era para sempre, mas era um ‘para sempre’ pela metade. Já me deitei na relva até de madrugada e vi o sol substituir a lua; já chorei por ver amigos partir e depois descobri que chegaram outros novos e que a vida é um ir e vir permanente.

Foram tantas as coisas que fiz, tantos os momentos fotografados pela lente da emoção e guardados nesse baú chamado coração…

Agora, um questionário pergunta-me, grita-me desde o papel:

Qual é a sua experiência ?!
Essa pergunta fez eco no meu cérebro. Experiência…. Experiência… Será que cultivar sorrisos é experiência?
Agora… agradar-me-ia perguntar a quem redigiu o questionário:
“Experiência?! Quem a tem, se a cada momento tudo se renova?”

Agressive Inline

Neste momento é difícil falar de mim sem bater na tecla do “digital”. De facto, visto que me encontro a trabalhar e estudar nessa área, e ainda passa grande parte do tempo livre no computador, nomeadamente na Internet, é complicado fugir ao tema.

Assim, neste tema vou falar um pouco do meu desporto de eleição, que é andar de patins em linha numa vertente mais “radical”. Comecei a andar de patins muito cedo, por volta dos 6 anos, mas nesta modalidade em especifico comecei com 12 anos.

Uma vez que iniciei esta pratica na Suíça, acabei por deixar de lado quando vim para Portugal, pois
não conhecia nem praticantes da modalidade, nem locais onde se praticar. Demorei alguns anos a voltar a praticar, e até nisto a Internet ajudou-me pois foi assim que encontrei a comunidade portuguesa de “inliners”.

Este desporto torna-se um pouco ingrato, uma vez que independentemente de quem somos e do que fazemos na nossa vida profissional, quando calçamos os patins passamos a ser todos marginais. Infelizmente isso deve-se à falta de investimento em modalidade que não sejam futebol, o que obriga a que para praticar se tenha de usar os obstáculos de rua.

Não me pretendo alargar muito mais, penso que é sempre melhor ver um vídeo do que ler toneladas de informação. Desta forma deixo-vos um vídeo de uma competição realizada em Portimão.